E quando desistir parece a única opção? […] Lágrimas, gritos, julgamentos, mas nenhum abraço, nenhum olhar confortador. Ninguém pra entender, ninguém pra chamar de amigo, apenas as velhas lágrimas de sempre, aquelas que queimam, mesmo que sejam poucas e frias. Não consegue mais ouvir a voz certa, só ouve gritos de socorro, pedindo um alivio, pedindo para fugir, pedindo para desistir. O que fazer? Continuar, totalmente quebrada, ou desistir enquanto a respiração não falha? […] Mas quem se importaria? Quem choraria? Quem iria pedir para não o fazer? Alguém? Diga, alguém? Não, eu sei, ninguém se importa, ninguém sentiria a falta de alguém que só chora. Vão deixá-la desistir, ela sabe, e isso a incomoda, mas não fala, se calou, cansou de falar, ninguém nunca a ouvia, ninguém. Mas é muita dor, muitas brigas, muita falta de importância. Ela poderia continuar, mas não sabe, para ela, desistir é a única opção […].

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Postado em 27/05/12 | 1,684 notes | REBLOG! | Source | Via

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Término de um namoro:

  • O lado dela da história: Eu terminei com ele hoje. Eu disse a ele que não estava feliz e ele nem perguntou o motivo. Eu pensei que ele me pediria para ficar, mas ele não o fez, ele apenas me deixou ir. E eu simplesmente perdi o garoto que esperei por tanto tempo.
  • O lado dele da história: Ela terminou comigo hoje. Ela disse que não estava feliz, e eu estava muito machucado para perguntar o motivo. Eu pensei em pedir pra ela não ir embora, mas se ela não estava feliz comigo não há como pedir a ela para ficar. Então eu a deixei ir e acabei perdendo a garota dos meus sonhos.
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A verdade é que ninguém gosta de falar dos seus próprios erros.(a-r)

A verdade é que ninguém gosta de falar dos seus próprios erros.(a-r)


Postado em 26/05/12 | 7,690 notes | REBLOG! | Source | Via
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“Bateu saudades do meu tempo de criança, é saudade  de um período denominado “quando eu era feliz e não sabia”, do tempo em que eu caia e bastava um remédio e logo curava. Saudade de quando meu coração era puro, era inocente, e não tinha nenhuma rachaduras. Naquele tempo eu não sentia nehuma dor no meu coração, não passava noites acordadas, não sofria por partidas, a dor, digamos até que o amor, são coisas desconhecidas quando criança, nos não tínhamos ideia de que crescer doe tanto assim, não tínhamos ideia de que amar só faz ruim, de que ser ingenua só nos machucava. Saudade de quando você bincava com os meninos, seu pai dizia “Menina vá brincar com suas amiguinhas, não pode brincar com meninos”. Saudade de quando você mechia na terra e seus pais tinham maior cuidado para não pegar nehuma bacteria. Ah e  minhas bonecas jogadas, já tiveram grande importância, ué como não me lembrar de minhas pequenas. O tempo em que o medo do merthiolate era grandioso, o medo em que ele ardia em minha pele, mais agora, agora sim sabemos o que é dor de verdade. O tempo de princesas, de fingir ser algum personagem de desenhos animados, ou filmes. Ah que saudade da minha infância, um tempo em quer meu coração não estava com profundas rachaduras. Hoje sinto saudade dos berros de minha mãe para parar de fazer bagunças, dos gritos de meu pai para não brincar com meninos, hoje sinto saudade de minha inocência que ficou pra trás, hoje sinto saudade de tudo que não pode mais voltar, afinal é única coisa que resta são apenas saudades. Saudade do tempo em que eu acreditava nas fadas, nos contos de fadas, quando eu era feliz e não sabia.” 

“Bateu saudades do meu tempo de criança, é saudade  de um período denominado “quando eu era feliz e não sabia”, do tempo em que eu caia e bastava um remédio e logo curava. Saudade de quando meu coração era puro, era inocente, e não tinha nenhuma rachaduras. Naquele tempo eu não sentia nehuma dor no meu coração, não passava noites acordadas, não sofria por partidas, a dor, digamos até que o amor, são coisas desconhecidas quando criança, nos não tínhamos ideia de que crescer doe tanto assim, não tínhamos ideia de que amar só faz ruim, de que ser ingenua só nos machucava. Saudade de quando você bincava com os meninos, seu pai dizia “Menina vá brincar com suas amiguinhas, não pode brincar com meninos”. Saudade de quando você mechia na terra e seus pais tinham maior cuidado para não pegar nehuma bacteria. Ah e  minhas bonecas jogadas, já tiveram grande importância, ué como não me lembrar de minhas pequenas. O tempo em que o medo do merthiolate era grandioso, o medo em que ele ardia em minha pele, mais agora, agora sim sabemos o que é dor de verdade. O tempo de princesas, de fingir ser algum personagem de desenhos animados, ou filmes. Ah que saudade da minha infância, um tempo em quer meu coração não estava com profundas rachaduras. Hoje sinto saudade dos berros de minha mãe para parar de fazer bagunças, dos gritos de meu pai para não brincar com meninos, hoje sinto saudade de minha inocência que ficou pra trás, hoje sinto saudade de tudo que não pode mais voltar, afinal é única coisa que resta são apenas saudades. Saudade do tempo em que eu acreditava nas fadas, nos contos de fadas, quando eu era feliz e não sabia.” 


Postado em 26/05/12 | 376 notes | REBLOG! | Source | Via
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